O Príncipe – Maquiavel

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Volume
248
Senado Federal
Edições do
. . . .
Nicolau Maquiavel
Edições do Senado Federal Edições do Senado Federal
História do Brasil, de Frei Ve-
cente do Salvador, que é nosso primeiro
historiador. Sua História do Brasil, inédi-
ta durante mais de dois séculos, foi pela
primeira vez publicada em 1889, pela
Biblioteca Nacional, segundo informa a
introdução de Capistrano de Abreu. Este
volume tem informações importantes de
cunho historiográfico, além de dados so-
bre a nova terra portuguesa nas Américas.
Há também opiniões ousadas como, por
exemplo, afirmar que os colonos deviam
aventurar-se pelo interior do Brasil, avan-
çar para o oeste, “sendo grandes conquis-
tadores de terras, não se aproveitam delas,
mas contentam-se de as andar arranhando
ao longo do mar como caranguejos”.
      A História do Brasil, de Frei Vi-
cente do Salvador, abrange o período des- de o descobrimento e chega até a época do governo de Diogo Luís de Oliveira.
História do Brasil, de Robert
Southey. O autor é um dos grandes poetas ingleses do romantismo junto com seus cunhados Coleridge e Lovell. Ao mesmo tempo também é um dos grandes historia- dores de sua época. A primeira edição des-
ta obra apareceu, em inglês, entre os anos de 1810 a 1817. E, por fim, em 1862, a Livraria Garnier, lança a primeira edição brasileira, em 6 volumes. Southey valeu-
-se das pesquisas de documentos do nosso passado colonial feitas na Torre do Tom-
bo e ainda aproveitou estudos do seu tio Herbert Hill, que pesquisou durante trin- ta anos em Portugal e ofereceu ao sobri- nho acesso a documentos fundamentais da nossa história. É a primeira história do Brasil a cobrir período tão extenso e apro-
fundar os estudos dos séculos anteriores.
O Moderno Príncipe – Maquiavel
revisitado – de Paulo Roberto de Almeida.
Cinco séculos depois que Maquiavel escre-
veu sua obra, o diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida segue os passos do secretário diplomático da República de Florença para atualizar O Príncipe. A par- tir da constatação de que a obra permanece atual, o autor utiliza a mesma estrutura e até títulos da obra do florentino para estudar as estruturas políticas e a ciência de governar nos dias de hoje.
    Obra singular por sua natureza de
original pastiche e, ao mesmo tempo, de in-
dependência de pensamento, Paulo Roberto de Almeira dialoga com o genial pensador, segue seus passos naquelas recomendações que continuam aparentemente válidas para a política atual, mas oferece um elenco de inquietações sobre cenários contemporâneos para os velhos problemas de administração dos homens.
História do positivismo no Brasil – de
Ivan Monteiro Lins. Esta obra é certamen-
te a mais completa sobre o Positivismo no Brasil. Trata fundamentalmente da difusão dessa corrente filosófica criada por Auguste Comte. O autor recolheu muitos depoi-
mentos e compulsou grande número de documentos e extensa bibliografia. O autor escreve no prefácio: “Já chegou o momento de se considerar a influência do positivismo no Brasil como um fato social a ser encarado e investigado com critério histórico idealiza- do por Tácito – sine ira ac studio – sem ódio
nem amor, isto é, sem ranger de dentes e sem ditirambos apologéticos”.
Nicolau Maquiavel nasceu em Florença, em 3 de maio
de 1469, e morreu, ali, em 22 de junho de 1527.
Serviu à Chancelaria da República de Florença e desem-
penhou missões na França, Suíça e Alemanha.
Deposto, com a volta dos Médicis ao governo, passou a
viver em San Casciano, nos arredores da cidade. Anistiado, foi
considerado suspeito pela República que voltou a se instalar.
Maquiavel morre em 1527, pobre e desiludido.
Autor de Comentários sobre a Primeira década de Tito
Lívio, de Arte da Guerra, da peça Mandrágora, de História de
Florença, foi O Príncipe que lhe trouxe o renome mundial.
O Príncipe
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Nicolau Maquiavel
O P
ríncipe
SENADO
FEDERAL
…………..
…………..

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Nicolau Maquiavel
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História do Brasil, de Frei Ve-
cente do Salvador, que é nosso primeiro
historiador. Sua História do Brasil, inédi-
ta durante mais de dois séculos, foi pela
primeira vez publicada em 1889, pela
Biblioteca Nacional, segundo informa a
introdução de Capistrano de Abreu. Este
volume tem informações importantes de
cunho historiográfico, além de dados so-
bre a nova terra portuguesa nas Américas.
Há também opiniões ousadas como, por
exemplo, afirmar que os colonos deviam
aventurar-se pelo interior do Brasil, avan-
çar para o oeste, “sendo grandes conquis-
tadores de terras, não se aproveitam delas,
mas contentam-se de as andar arranhando
ao longo do mar como caranguejos”.
      A História do Brasil, de Frei Vi-
cente do Salvador, abrange o período des- de o descobrimento e chega até a época do governo de Diogo Luís de Oliveira.
História do Brasil, de Robert
Southey. O autor é um dos grandes poetas ingleses do romantismo junto com seus cunhados Coleridge e Lovell. Ao mesmo tempo também é um dos grandes historia- dores de sua época. A primeira edição des-
ta obra apareceu, em inglês, entre os anos de 1810 a 1817. E, por fim, em 1862, a Livraria Garnier, lança a primeira edição brasileira, em 6 volumes. Southey valeu-
-se das pesquisas de documentos do nosso passado colonial feitas na Torre do Tom-
bo e ainda aproveitou estudos do seu tio Herbert Hill, que pesquisou durante trin- ta anos em Portugal e ofereceu ao sobri- nho acesso a documentos fundamentais da nossa história. É a primeira história do Brasil a cobrir período tão extenso e apro-
fundar os estudos dos séculos anteriores.
O Moderno Príncipe – Maquiavel
revisitado – de Paulo Roberto de Almeida.
Cinco séculos depois que Maquiavel escre-
veu sua obra, o diplomata e cientista político Paulo Roberto de Almeida segue os passos do secretário diplomático da República de Florença para atualizar O Príncipe. A par- tir da constatação de que a obra permanece atual, o autor utiliza a mesma estrutura e até títulos da obra do florentino para estudar as estruturas políticas e a ciência de governar nos dias de hoje.
    Obra singular por sua natureza de
original pastiche e, ao mesmo tempo, de in-
dependência de pensamento, Paulo Roberto de Almeira dialoga com o genial pensador, segue seus passos naquelas recomendações que continuam aparentemente válidas para a política atual, mas oferece um elenco de inquietações sobre cenários contemporâneos para os velhos problemas de administração dos homens.
História do positivismo no Brasil – de
Ivan Monteiro Lins. Esta obra é certamen-
te a mais completa sobre o Positivismo no Brasil. Trata fundamentalmente da difusão dessa corrente filosófica criada por Auguste Comte. O autor recolheu muitos depoi-
mentos e compulsou grande número de documentos e extensa bibliografia. O autor escreve no prefácio: “Já chegou o momento de se considerar a influência do positivismo no Brasil como um fato social a ser encarado e investigado com critério histórico idealiza- do por Tácito – sine ira ac studio – sem ódio
nem amor, isto é, sem ranger de dentes e sem ditirambos apologéticos”.
Nicolau Maquiavel nasceu em Florença, em 3 de maio
de 1469, e morreu, ali, em 22 de junho de 1527.
Serviu à Chancelaria da República de Florença e desem-
penhou missões na França, Suíça e Alemanha.
Deposto, com a volta dos Médicis ao governo, passou a
viver em San Casciano, nos arredores da cidade. Anistiado, foi
considerado suspeito pela República que voltou a se instalar.
Maquiavel morre em 1527, pobre e desiludido.
Autor de Comentários sobre a Primeira década de Tito
Lívio, de Arte da Guerra, da peça Mandrágora, de História de
Florença, foi O Príncipe que lhe trouxe o renome mundial.
O Príncipe
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Nicolau Maquiavel
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Nicolau Maquiavel
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História do Brasil, de Frei Ve-
cente do Salvador, que é nosso primeiro
historiador. Sua História do Brasil, inédi-
ta durante mais de dois séculos, foi pela
primeira vez publicada em 1889, pela
Biblioteca Nacional, segundo informa a
introdução de Capistrano de Abreu. Este
volume tem informações importantes de
cunho historiográfico, além de dados so-
bre a nova terra portuguesa nas Américas.
Há também opiniões ousadas como, por
exemplo, afirmar que os colonos deviam
aventurar-se pelo interior do Brasil, avan-
çar para o oeste, “sendo grandes conquis-
tadores de terras, não se aproveitam delas,
mas contentam-se de as andar arranhando
ao longo do mar como caranguejos”.
      A História do Brasil, de Frei Vi-
cente do Salvador, abrange o período des- de o descobrimento e chega até a época do governo de Diogo Luís de Oliveira.
História do Brasil, de Robert
Southey. O autor é um dos grandes poetas ingleses do romantismo junto com seus cunhados Coleridge e Lovell. Ao mesmo tempo também é um dos grandes historia- dores de sua época. A primeira edição des-
ta obra apareceu, em inglês, entre os anos de 1810 a 1817. E, por fim, em 1862, a Livraria Garnier, lança a primeira edição brasileira, em 6 volumes. Southey valeu-
-se das pesquisas de documentos do nosso passado colonial feitas na Torre do Tom-
bo e ainda aproveitou estudos do seu tio Herbert Hill, que pesquisou durante trin- ta anos em Portugal e ofereceu ao sobri-…

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